O Serviço de Urologia do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca (HFF) assinala, oficialmente, a 16 de setembro, os seus 26 anos de existência

O Serviço de Urologia do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca (HFF) assinala, oficialmente, a 16 de setembro, os seus 26 anos de existência, apesar de ter iniciado a sua atividade assistencial no primeiro dia de abertura deste hospital, em junho de 1995.

Este Serviço tem como missão “prestar cuidados hospitalares especializados às populações dos concelhos da Amadora e de Sintra, mas é um serviço que recebe, frequentemente, referenciações de centros de saúde fora da área da influência do hospital” conta Fernando Ferrito, Diretor do Serviço de Urologia do HFF.

E acrescenta: “Fomos pautando a nossa atuação clínica por uma diferenciação sempre crescente, e, hoje, temos orgulho em ser uma referência em técnicas terapêuticas avançadas, como a cirurgia laparoscópica. Apesar de ser um Serviço polivalente, em termos de soluções terapêuticas para as variadas doenças urológicas, estamos particularmente preparados para a cirurgia oncológica e tratamento cirúrgico da litíase urinária”.

Anualmente, o Serviço de Urologia do HFF realiza 11 mil consultas e mais de 1.500 cirurgias. A atividade deste Serviço distribui-se pelas consultas e exames auxiliares de diagnóstico, pelo bloco operatório, pelo internamento (com uma capacidade de 32 camas), e pelo apoio diário ao Serviço de Urgência do HFF. A sua equipa é constituída por dez médicos especialistas, cinco internos de formação específica, 27 enfermeiros e 18 auxiliares de ação médica. É também um serviço muito vocacionado para formação, recebendo com frequência internos de outras especialidades para a realização de estágios.

“O Serviço de Urologia orgulha-se do seu passado, e por isso, esta data simbólica é uma oportunidade para homenagear não só todos aqueles que contribuíram para a história deste excelente Serviço, mas também todos os que diariamente, pela sua motivação, esforço e dedicação, não obstante as limitações e vicissitudes, fazem deste Serviço um espaço vivo e apelativo, que busca constantemente o progresso técnico e científico para melhor servir aqueles que são a razão da sua existência – os Doentes”, conclui Fernando Ferrito.